Não, hoje não é dia do amigo, mas ontem vivi algo que me fez pensar em dois grandes amigos que Deus me deu: Elizandra e Leonardo (mas não é o marido dela).

Existem vários tipo de amigos: os que vem, os que vão, os que a gente nunca vê pessoalmente, mas pode conversar com eles por e-mail, MSN. Existem amigos sérios, outros que nos fazem chorar de tanto rir. Existem amigos simples, amigos extravagantes. Mas nenhum é igual ao outro.

E quem melhor pode definir o que é um amigo? Creio que só aquele que tem ou já teve um amigo de verdade.

Poxa, eles são de mais! São carinhosos, companheiros, nos ajudam quando necessário. Eu admiro muito meus amigos. A Eliz, por exemplo, eu admiro muito a inteligencia dela, e para mim o Léo é um super-homem, mas ele é modesto e diz: “Sou não”. Quando estou com eles é como estar… bem, é como estar entre amigos (risos)! Me sinto a vontade, conto minhas fraquezas, eles conhecem as minhas fortalezas, sabem até quando eu vou suportar algo e estão prontos para me dar forças. E quanto estamos fracos, então a gente desaba juntos, mas sempre estamos juntos, mesmo que distantes.
Quando a gente erra, eles nos chamam atenção. A gente chega até a ficar sem jeito, mas logo reconhecemos o quanto eles estão certos.
Eles não são perfeitos. Além de defeitos, claro, eles erram. As vezes chegam até a nos deixar chateados, porém a amizade continua a mesma!
Mas afinal, o que é ser amigo?
Ser amigo é chegar de mansinho e conquistar a confiança de alguém, é ser companheiro. Você está a fim de gastar uma grana, ou até você não tem esse dinheiro, mas mesmo assim, você o chama para gastar o que não tem. É você no momento da diversão chamá-lo porque você gosta da companhia dele. É você fazer gracinha, só para roubar-lhe um sorriso do rosto. E quando ele está passando por um aperto, você está alí, nem que seja para pagar um sorvete, ou dar o ombro para ele chorar (no caso de nós mulheres), ou dar aquele apóio moral (no caso dos homens). É você brigar com seu amigo, porque, talvez a cor que ele mais goste é a cor que você mais detesta. É você comprar um anel com duas borboletas, não porque você goste de borboletas, mas porque sua amiga gosta e esse anel te faz lembrar ela. É você dizer: eu vou fazer um bolo de banana, mesmo sem você gostar, mas como seu amigo ama bolo de banana, você acaba dizendo que vai fazer, pois você sabe que isso o deixará feliz.
Amigo é você dobrar os joelhos a noite e em meio a tanta petição que você fez a Deus, você suspira e diz: “Deus, muito obrigado pelos amigos que me deste”.
E melhor do que definir amigo é viver uma bela amizade!

Não sou muito boa com as palavras, porém dedico este texto aos grandes amigos que Deus me deu: Elizandra, Douglas e Leonardo.

Não quero por meio deste post desmerecer nenhuma profissão ou ofender alguém. Simplesmente é uma crítica a algumas “organizações”.

Como alguns já sabem, sou estudante e trabalho na área de informática, mas já estudei um pouco sobre administração e ainda tenho uma cadeira dessa na faculdade no curso que faço atualmente. E converso muito com meu pai, que também tem noções de administração e certa vez comentei com ele o seguinte: “Tem coisas na administração que é o óbvio”. Mas é óbvio que eu não comentei isso com ninguém, a não ser até este momento.

As vezes a professora de administração faz umas perguntas que me deixam até com vergonha de responder, pois são respostas tão óbvias que prefiro ficar calada.  Creio que o restante da turma também sente o mesmo que eu, pois todos ficam calados! Só uma que acaba respondendo o óbvio e além disso ela ainda recebe o título de “sabida” (não é nem inteligente).

Mas tudo bem, não estou aqui para falar sobre as mazelas que acontecem em minha sala, e sim da conversa que eu tive com um colega de trabalho.

Eu tinha acabado de almoçar, quando essa pessoa leu o título do livro que estava em cima de uma mesa: Introdução a Administração. Eu disse que o livro era meu. Ele começou a demonstrar interesse, porém, eu disse:

- A administração é legal! É interessante aprendermos sobre ela, pois serve para tudo, porém é um saco fazer prova.

Ele começou a rir e disse:

- Eu faço Administração!

Fiquei vermelha de vergonha! Quis consertar o mal que eu fiz:

- Desculpe estar falando assim, mas é o que penso!

Ele disse:

- Você vai ficar com mais raiva dela quando eu te falar isso: Administração é a Ciência do Óbvio! E isso eu fiquei sabendo de um professor que embora eu odeie o cara, devo admitir, ele sabe muito.

Então, porque administração é a ciência do óbvio?

Há uma metodologia interessante, que se chama de 5S ( esse é só um dos exemplos óbvios). Ela é de origem japonesa, e os 5 Ss são de palavras japonesas (Seiri, Seiton, Seisō, Seiketsu, Shitsuke) mas que nós brasileiros resolvemos chamar de apenas 5 sensos: senso de utilização, senso de ordenação, senso de limpeza, senso de saúde, senso de autodisciplina.

Vamos supor que uma determinada empresa está em crise e alguns ao descobrirem sobre os 5S acham isso apenas o máximo. Mas venhamos e convenhamos. É óbvio que devemos verificar os materiais que utilizamos diariamente, e devemos dispor somente os que são essenciais. O que não usamos  com tanta frequência devem ser guardados. Isso gera mais espaço e são retirados os obstáculos. Esse é o famoso senso de utilização.

E em relação ao senso de ordenação? É a questão de organizar. Isso é tão… Devemos dispor das ferramentas de acordo com a ordem de uso e a frequência de uso, possibilitando a eliminação de movimentos desnecessários.

O senso de limpeza. A única coisa que eu vou comentar é que a melhor maneira de deixar algo limpo é não sujando. Nooooooooosa!

Senso de saúde: esse já é um pouco mais complicado. Se refere a padronização do trabalho e do layout. Rsrsrs

E por último e não menos importante, temos o senso de autodisciplina, que uma vez aprendido os 4 Ss acima, devemos transformar isso em uma maneira de trabalhar.

A minha crítica não é em relação a administração, pois embora ela seja considerada a Ciência do Óbvio por alguns, tem idéias muito boas pra aqueles que já não tem tanta facilidade com coisas óbvias. Minha crítica é em relação às organizações. Pense um pouco comigo: quantas pessoas ao se acordarem arrumam suas camas? Lá em casa tem 5 pessoas e 4 camas. Mas só duas arrumam suas camas e uma arruma duas. Isso é absurdo! Quantas pessoas ao sujarem seu prato após o almoço lavam-o? E em relação aos perfurmes e cosméticos de uso diários? E até aonde colocamos eles depois que o utilizamos? Eu, pelo menos, uso os que ficam lá atrás e ainda ao guardar ponho os fracos em lugares trocados.

Eu citei exemplos não tão graves, mas pense em uma empresa? Existem coisas que são tão óbvias, mas elas simplesmente se negam a conhecer as  maravilhas da administração e preferem contratar profissionais altamente qualificados. No final, é só fazer um Brainstorm! Mas o que é isso? Muitas empresas fazem isso sem saber, mas é você colher idéias, muitas idéias dos membros da empresa.  E as vezes, aquela idéia besta que o cara falou, pode ser uma nova idéia ou a solução para um problema corrente.

Minha crítica é…. Tá bom, talvez você não ache tão fácil administrar uma empresa! Então pega ao menos um livro bom de administração e estuda. Não precisa decorar quem inventou essa idéia tão óbvia de planejar, organizar, executar, liderar e controlar ( foi Fayol, viu galera?). Você só precisa aprender o básico. E quando surgir um problema, ou vários problemas, conversa com todos que fazem parte da organização, colha as idéias, as sugestões, as reclamações. Use o bom senso e então realize um planejamento estratégico para mudar a situação. Tenha uma atitude proativa! Creio que se for feito tudo, mas se não houver a atitude, ou se ela for reativa, a tendência será permanecer na mesmice no mínimo.

Desculpe se ofendi algum administrador! Não quero ofender ninguém, muito pelo contrário, vocês são importantes, pois vocês tem a teoria e a experiência que pode mudar a realidade de muitas organizações!

Os jovens, ao retornarem da sua viagem duradoura, resolveram usar seus conhecimentos e abriram uma empresa na área de TI. Não vou falar de todos os jovens, mas queria ater as nossas atenções para dois amigos: Lucio e Sandro.
Todos achavam que o Lúcio dava para um excelente administrador. Ele ainda ficou um tempo na administração da empresa. Dizia sempre:
- Galera, temos que zelar pelo profissionalismo da gente. Vamos produzir software com qualidade. Vamos fazer o melhor para sermos reconhecidos como uma grande empresa de Desenvolvimento de Sistemas.
Já o Sandro era um excelente técnico. Aprendia rápido as coisas. E produzia muito também.
Mas, Lucio cansou da administração. Ele via seus amigos aprendendo novas coisas e queria estar alí com eles. Mas o que mais o desmotivava-o em relação a administração é que ele sempre falava as coisas, dava palpites, e ninguém o ouvia. O sonho que ele tinha de tornar a empresa dele em um marco para empresas de TI estava desmoronando. Os demais sócios não pensavam o mesmo que ele, e começaram a voltar o seu foco para projetos sociais.
Lucio não era contra projetos sociais. Ele era contra ser dependentes de esmolas. Ele pensava:
- Não quero ser reconhecido com uma ONG, quero ser reconhecido com uma empresa de TI.
Ele ainda conversou com alguns sócios, mas todos achavam que tava tudo bem, pois afinal, o Mago nao falava nada contra isso. Pra ser sincera com você leitor, foi o Mago quem teve essa idéia.
- Lucio, você está contra a palavra do Grande Mago?
- Não, só tô dizendo que primeiro a gente tem que ter dinheiro para pagar as contas, funcionários e os demais sócios. O social é consequência, pois se temos funcionários e sócios satisfeitos, teremos condições melhores para fazer o social, você não acha?
- É, mas esse é o sonho do Grande Mago!
- Eu entendo, mas infelizmente não é o meu.
Ele resolveu sair da administração e passou a ser técnico.

Devido a sua personalidade e caracter, resolveram coloca-lo como diretor do setor de software. Ele aceitou: “Essa é a minha vez de fazer isso valer a pena!”.

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Para aqueles que sempre dão umas olhadas  no meu blog: galera, estou sem postar nada, pois estou a estudar para a certificação.

Mas depois que eu fizer a prova terei muitas novidades!!!

Aguardem.

Tive uma aula de programação OO essa quarta-feira. Meu professor foi falar sobre encapsulamento e meia volta, ele tinha que falar sobre os modificadores de acesso. Ele falou dos modificadores private e public corretamente, mas ao falar do protected e default ele explicou de uma forma diferente do que eu aprendi com os livros.
Então baseado nisso, resolvi postar algo para aqueles que tem dúvida quanto aos modificadores de acesso em Java.
Existem 3 modificadores de acesso, mas existem 4 níveis de acesso.
Os 3 modificadores são: private, public e protected.
Os 4 níveis de acesso são: private, public, protected e default.
Vamos começar pelo nível private. Quando vc define algum membro da classe com o modificador private vc quer dizer que aquele membro só poderá ser acessado pela classe que o contém.
Agora o public é o contrário do private. Ao marcar um membro com o modificador public, você quer dizer que ele pode ser acessado por qualquer classe. (Acesso este tanto por meio de uma instancia de uma classe, quanto por herança.)
Agora o mais complicado é entender o protected e default!
Primeiro: quando voce quiser marcar algum membro com o nível default, você não usa nenhum marcador para isso.
Segundo: protected e default tem o mesmo nivel de acesso, ou seja, a nível de pacote, com uma única diferença: posso acessar membros protegidos de uma classe em outro pacote somente por herança.
Vou dar um exemplo:
Tenho uma classe TestePai dentro de um pacote A. Tenho uma classe TesteFilho dentro do pacote B. Tenho uma classe TesteSolto dentro do pacote A.
A classe TestePai possui um membro protegido chamado nome do tipo String.
A classe TesteFilho herda a classe TestePai. A classe TesteFilho por herança acabará possuindo esse atributo nome. Se a classe TesteFilho possuir outras classes filhas, essas classes filhas herdarão esse atributo nome.
A classe TesteSolto está no mesmo pacote da classe TestePai.
Se você instanciar um objeto da classe TestePai, você poderá acessar ao atributo nome, pois eles sao do mesmo pacote.
Entendeu?
Então, resumindo: protected e padrão tem o mesmo nível de acesso, que é a nível de pacote. A diferença entre um e outro é que classes de outros pacotes só poderão acessar aquele membro protegido por meio de herança.

Fiz um código ilustrando isso:

Assim como qualquer outra metodologia é baseada em papéis e responsabilidades, porém, os papéis do SCRUM são bem abrangentes e direcionados para um propósito comum: O SUCESSO DO PROJETO.

Os papéis são:

  • Product Owner: Pode ser o financiador ou um importante interessado no projeto. Suas principais responsabilidades são: define as funcionalidades do produto; concentra as informações vindas de usuários, stakeholders ou do mercado de maneira que se obtenha uma visão única dos requisitos do sistema; sua maior responsabilidade é ROI do projeto; prioriza o Product Backlog; pode alterar as prioridades fora do Sprint; aceita ou rejeita os resultados dos trabalhos.
  • O Time (Team): O Time é mais bem definido como um grupo de pessoas do que um papel. É o grupo de pessoas diretamente ligadas ao trabalho a ser feito que garantirá que o projeto seja entregue com todas as funcionalidades necessárias. Suas características são: multi-funcional; formado por 7 pessoas; define o objetivo do Sprint e especifica os resultados dos trabalhos; faz aquilo que é necessário dentro das diretrizes do projeto para alcançar o objetivo do Sprint; auto-organizável; demonstram o resultado do Sprint para o Product Owner e outros Stakeholders. O time deve ter a capacidade e o conhecimento técnico sobre todo o processo de desenvolvimento do produto. No desenvolvimento de software, o time deve ter pessoas capazes de analisar a solução, codifica-la e testa-la sem necessitar de outros times ou outras pessoas.
  • SCRUM Master: Desempenha um papel de liderança, gerenciando os interesses do Product Owner mediante o Time. Numa abordagem tradicional de gerenciamento de projetos, o SCRUM Master seria um Gerente de Projetos, porém, essa nomenclatura foi substituída para diferenciar o foco de liderança necessário par que um processo empírico funcione. Um SCRUM Master eficiente deve: melhorar a vida e a produtividade do time de desenvolvimento promovendo a criatividade e o conhecimento; estimular uma comunicação e cooperação muito próxima entre todas as pessoas do time; proteger o time de interferências externas; remover Impedimentos (Impediments); garantir que o processo seja respeitado; convidar pessoas apropriadas para as reuniões de acompanhamento (Daily SCRUM, Sprint Rewiew e Sprint Retrospective); remover barreiras entre o desenvolvimento e o cliente par agarantir que realmente é o cliente que está direcionando as funcionalidades desenvolvidas; auxilia o Product Owner a maximizar o ROI atingindo os seus objetivos com o SCRUM; promover práticas de engenharia para que cada pedaço de funcionalidade seja potencialmente implantável.

Além desses três personagens, há também a figura dos pigs e chicken.

Há um site (clique aqui) que explica sobre essa nomenclatura. Em linhas gerais: os pigs são os que estão totalmente comprometidos com o desenvolvimento do produto (no nosso caso software) enquanto que os chickens só estão envolvidos. Se você olhar o site poderá entender melhor. :D

Em uma ilha tão, tão distante, havia um povo. Esse povo estudava, trabalhava e tinha muita coisa boa por lá, tipo tecnologia e outras coisas mais. Mas um certo sábio, resolveu fazer algo diferente.
Ele pensou: “Vou mandar alguns jovens da minha Ilha para fora, para eles conhecerem um mundo diferente dessa ilha. Pode ser que alguns voltem, outros não. Mas os que voltarem poderão ser de muita utilidade.”
E assim fez esse sábio. Ele nao escolheu os melhores e nem os mais fracos. Ele nao escolheu aqueles mais lindos e nem os mais feios. Ele simplesmente mandou mensagens via celular, ou e-mail em todos os pontos da ilha, nos bosques, nos lagos, rios e riachos, por entre as pedras e até no mais profundo dos mares que um velho sábio recrutava aqueles que gostariam de conhecer um outro mundo, longe da ilha.
Muitas pessoas foram ao lugar onde morava aquele sábio e ele ficou feliz que muitos desejassem ir, mas ele só poderia levar alguns e nao todos.
Como ele era o grande sábio da ilha, ele pensou: nao poderei levar todos no meu barco para poderem conhecer outros lugares distantes, só poderei levar alguns. O que posso fazer? Já sei, farei um teste básico de resistencia. Lá fora o mundo é cruel, mas só resistem aqueles que se adaptam, então aqueles que conseguirem se adaptar a uma determinada situação, eu levarei comigo.
E assim foi feito.
Depois de uma semana de seleção, o sábio levou alguns jovens para conhecer outros lugares, outros mundos.
Esse período durou mais ou menos dois anos. Nesses outros lugares, esses jovens aprenderam sobre tecnologia, gerencia e pensavam: Ao concluir essa viagem, poderei morar em outros lugares mais distantes daquela ilha maldita. Mas outros nao sabiam o que fazer. Enquanto que outros só pensavam em voltar para a casa.
Então o sábio resolveu fazer uma pequena vídeo-conferencia com seus jovens.
- Olá meus jovens. Tenho notícias a dar sobre a nossa ilha.
- Olá sábio, como você está?
- Bem, mas queria ter com voces pessoalmente, mas nao dá. Infelizmente ainda nao conseguiram inventar um aparelho que fizesse teletransporte. Mas deixa eu dizer o que realmente me interessa: A viagem de vocês a esse mundo desconhecido está para se findar e tenho uma missão para vos dar.
- Missão? Que tipo de missão? – perguntaram os jovens se entreolhando.
- Bom, vocês sabem que aqui na nossa ilha existe muita coisa boa e sei que vocês aprenderam muita coisa boa também, entao a missão é: vocês aplicarem o que conheceram neste mundo aonde voces estão aqui na ilha.
Os jovens acharam uma boa idéia e começaram a se reunir e discutir sobre o assunto.
Depois de muita discussão, e com a ajuda do sábio, os jovens pensaram em montar uma organização de produção de sistemas computacionais (em outras palavras, empresa de produçao de software).
E a aventura continua…

Depois do grande sucesso das Crônicas de Nárnia (C. S. Lewis) e devido a alguns problemas organizacionais do qual eu estou passando, resolvi escrever as Cronicas da Ilha Perdida.
Por meio dela, conto alguns problemas que aconteceram na ilha, mas problemas semelhantes com o ambiente de trabalho em uma empresa de TI.
Espero que o meu lado criativo flua, mas que por meio deste eu venha ajudar alguns com problemas organizacionais.

As Crônicas da Ilha Perdida – Parte I

Kramba!!! Semana q vem já começará as minhas aulas. Semestre q  vem na faculdade vai ser muito legal!

Na faculdade terei as cadeiras de Análise OO, Programação OO, Banco de Dados -  Modelagem, Teoria Geral de Sistemas e Projeto Integrado – Sistema OO.

Vai ser muito legal.

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