Para o desenvolvimento de uma aplicação, por simples que seja, devemos fazer um planejamento. Eu sou um tanto metódica, essa é a mais pura verdade. Mas esse planejamento está mais voltado ao cronograma, ao que vamos estudar e tentar realizar esses dias, ok?

Então, o que vamos aprender e executar?

  • Controle de Notas – Introdução ao Java: vamos aprender o que é Java e suas características;
  • Controle de Notas – Concepção I: Levantamento de Requisitos;
  • Controle de Notas – Concepção II: Teoria da Analise de Projeto e Ferramenta;
  • Controle de Notas – Concepção III: Analise do Projeto;
  • Controle de Notas – Projeto: Criando e Configurando o Ambiente de Desenvolvimento;
  • Controle de Notas – Desenvolvimento I: Tipos primitivos, Operadores, Controle de Fluxo de Execução na Linguagem Java;
  • Controle de Notas – Desenvolvimento II: Java e Programação Orientada a Objetos;
  • Controle de Notas – Desenvolvimento III: Sobrecarga, Herança e Polimorfismo;
  • Controle de Notas – Desenvolvimento IV: Swing e AWT;
  • Controle de Notas – Desenvolvimento V: Continuação do Projeto;

Esse vai ser mais ou menos o nosso cronograma. Se por acaso eu fugir dessa linha, é porque foi necessário.

Então vamos lá! Vamos começar esse negócio! :)

Ontem estive fuçando o Lazarus, um ambiente de desenvolvimento free para programação em Object Pascal bem interessante, semelhante do Delph. Não obtive muito sucesso. Na verdade, ontem foi um fracasso total. Tentei muito realizar algumas coisinhas, porém, não consegui. Mas não vou desistir! E quando, finalmente, eu conseguir domar a fera, postarei algo aqui no blog.

Como, ontem, minhas tentativas de programação no Lazarus foram frustradas, hoje acordei lembrando de uma promessa feita no meu blog alguns dias antes de iniciar minhas férias (e elas estão acabando e não cumpri o que prometi). Como promessa é divida e como tinha em mente realizar um projetinho em java, resolvi juntar as duas coisas e fazer uma só.

Eu havia prometido postar conteúdo para programadores iniciantes em Java. E eu tenho um projeto em relação a minhas notas na faculdade. É triste, mas é verdade o que vou falar: minha faculdade ainda não é politicamente correta. Se eu quero saber quais as notas de uma cadeira que cursei no meu primeiro semestre, infelizmente tenho que ir até a secretaria, solicitar que alguém imprima minhas notas, a pessoa solicita minha matrícula e então ela envia a impressão à impressora. Além de ser muito chato a gente ter de ir até secretaria, talvez passar por um fila enorme, também é fato que a minha faculdade está contribuindo cada vez mais com o desmatamento.

Eu estava pensando em fazer uma aplicação desktop (pois prefiro desktop à ambiente web) para manter o histórico de minhas notas. E como prometi postar material para iniciantes, que tal eu postar o desenvolvimento dessa aplicação como a prática das teorias que postarei daqui para frente?

Então se pronto! Vamos começar logo isso, que eu acho q eu estou enrolando!

E não se preocupe caro leitor, vamos fazer tudo passo a passo, nos mínimos detalhes, ok?

Então, vamos iniciar: CONTROLE DE NOTAS… (continua no próximo post)

P.S1.: Depois de escrever e ler um pouquinho sobre Java, resolvi ir de novo ao Lazarus e tentar fazer o que estava tentando ontem (embora um não seja semelhante ao outro). E para minha felicidade, consegui resolver um dos problemas que havia gerado. Que felicidade! Sou brasileira, programadora e não desisto nunca! Huahuahu

P.S2.: Consegui resolver o outro probleminha no Lazarus. Depois dessa, agora é detonar o Lazarus!!!!

Hoje pela manhã eu estava a conversar com um amigo meu e ele me falou sobre o KDE no Windows. No primeiro instante eu até pensei ter ouvido errado, mas ele confirmou o que havia me dito e disse que depois eu iria ver esse negócio bem de perto!

Não vou mentir, minha net é um tanto “xurumela” (lenta), mas eu estou a fazer essa maravilha!!! INSTALANDO O KDE EM MEU WINDOWS.

Você poderá encontrar essa maravilha no seguinte link: http://windows.kde.org/

Eu gosto muito do KDE, mas a questão é só de aparência mesmo… Não sei se o KDE tem mais facilidades ou mais vantagens que o Gnome…. Mas taí!!! Isso será mais um post a ser colocado aqui em meu blog :)

Bom, espero ter ajudado ou quem sabe ter atrapalhado alguém com essa dica ;)

Hoje eu estava acessando a minha caixa de e-mails quando avisto uma novidade: A MAIS NOVA VERSÃO DO ECLIPSE.
Eu particulamente gosto muito do eclipse. Não vou aqui apresentar que o eclipse é melhor que netBeans ou qualquer outra IDE, mas eu particulamente prefiro o eclipse. Estou acostumada com ele.

Eclipse Helios - a release anual do projeto Eclipse em 2010

Entrei no site (http://eclipse.org/helios/) e resolvi fazer o download desta novidade. Mas infelizmente a rede wireless é algo pastoso e de mal cheiro. Não consegui baixar! Infelizmente terei de fazer esse download em outro local e horário.
Mas para quem desejar e tiver meios de fazer o download desta NOVIDADE, acessem o site do eclipse: http://eclipse.org/helios/

Eclipse Helios está aqui!

E já há um planejamento de ser lançada em Junho de 2011 o Eclipse Indigo!!!

CURIOSIDADE: sabiam que Helios é o deus sol? Pois é… O sol é personificado em várias mitologias. No caso dos gregos, eles chamavam o sol de Helios. Acho que é por isso que na página inicial do eclipse há o desenho do sol!!!

Bom, vou ficando por aqui. Lucimara também é cultura!!! :)

krak… Faz um tempão que não estudo Java e além disso, faz um tempão que não posto absolutamente nada sobre Java.

Acho que sei exibir no DOS um: “Hello World”…. Não, não vou exagerar, mas tenho que retomar as atividades de programação Java.

Então, mudei o próposito do blog, mudei meu estilo de vida (nossa que drama).

Vou voltar a ativa… e vou tentar sempre que pude postar algo de Java, novidades em programação Java… Porque é o Java… Ele é o bom!

Então, vamos lá.. vamos encher de Java esse blog!!!

Não quero por meio deste post desmerecer nenhuma profissão ou ofender alguém. Simplesmente é uma crítica a algumas “organizações”.

Como alguns já sabem, sou estudante e trabalho na área de informática, mas já estudei um pouco sobre administração e ainda tenho uma cadeira dessa na faculdade no curso que faço atualmente. E converso muito com meu pai, que também tem noções de administração e certa vez comentei com ele o seguinte: “Tem coisas na administração que é o óbvio”. Mas é óbvio que eu não comentei isso com ninguém, a não ser até este momento.

As vezes a professora de administração faz umas perguntas que me deixam até com vergonha de responder, pois são respostas tão óbvias que prefiro ficar calada.  Creio que o restante da turma também sente o mesmo que eu, pois todos ficam calados! Só uma que acaba respondendo o óbvio e além disso ela ainda recebe o título de “sabida” (não é nem inteligente).

Mas tudo bem, não estou aqui para falar sobre as mazelas que acontecem em minha sala, e sim da conversa que eu tive com um colega de trabalho.

Eu tinha acabado de almoçar, quando essa pessoa leu o título do livro que estava em cima de uma mesa: Introdução a Administração. Eu disse que o livro era meu. Ele começou a demonstrar interesse, porém, eu disse:

- A administração é legal! É interessante aprendermos sobre ela, pois serve para tudo, porém é um saco fazer prova.

Ele começou a rir e disse:

- Eu faço Administração!

Fiquei vermelha de vergonha! Quis consertar o mal que eu fiz:

- Desculpe estar falando assim, mas é o que penso!

Ele disse:

- Você vai ficar com mais raiva dela quando eu te falar isso: Administração é a Ciência do Óbvio! E isso eu fiquei sabendo de um professor que embora eu odeie o cara, devo admitir, ele sabe muito.

Então, porque administração é a ciência do óbvio?

Há uma metodologia interessante, que se chama de 5S ( esse é só um dos exemplos óbvios). Ela é de origem japonesa, e os 5 Ss são de palavras japonesas (Seiri, Seiton, Seisō, Seiketsu, Shitsuke) mas que nós brasileiros resolvemos chamar de apenas 5 sensos: senso de utilização, senso de ordenação, senso de limpeza, senso de saúde, senso de autodisciplina.

Vamos supor que uma determinada empresa está em crise e alguns ao descobrirem sobre os 5S acham isso apenas o máximo. Mas venhamos e convenhamos. É óbvio que devemos verificar os materiais que utilizamos diariamente, e devemos dispor somente os que são essenciais. O que não usamos  com tanta frequência devem ser guardados. Isso gera mais espaço e são retirados os obstáculos. Esse é o famoso senso de utilização.

E em relação ao senso de ordenação? É a questão de organizar. Isso é tão… Devemos dispor das ferramentas de acordo com a ordem de uso e a frequência de uso, possibilitando a eliminação de movimentos desnecessários.

O senso de limpeza. A única coisa que eu vou comentar é que a melhor maneira de deixar algo limpo é não sujando. Nooooooooosa!

Senso de saúde: esse já é um pouco mais complicado. Se refere a padronização do trabalho e do layout. Rsrsrs

E por último e não menos importante, temos o senso de autodisciplina, que uma vez aprendido os 4 Ss acima, devemos transformar isso em uma maneira de trabalhar.

A minha crítica não é em relação a administração, pois embora ela seja considerada a Ciência do Óbvio por alguns, tem idéias muito boas pra aqueles que já não tem tanta facilidade com coisas óbvias. Minha crítica é em relação às organizações. Pense um pouco comigo: quantas pessoas ao se acordarem arrumam suas camas? Lá em casa tem 5 pessoas e 4 camas. Mas só duas arrumam suas camas e uma arruma duas. Isso é absurdo! Quantas pessoas ao sujarem seu prato após o almoço lavam-o? E em relação aos perfurmes e cosméticos de uso diários? E até aonde colocamos eles depois que o utilizamos? Eu, pelo menos, uso os que ficam lá atrás e ainda ao guardar ponho os fracos em lugares trocados.

Eu citei exemplos não tão graves, mas pense em uma empresa? Existem coisas que são tão óbvias, mas elas simplesmente se negam a conhecer as  maravilhas da administração e preferem contratar profissionais altamente qualificados. No final, é só fazer um Brainstorm! Mas o que é isso? Muitas empresas fazem isso sem saber, mas é você colher idéias, muitas idéias dos membros da empresa.  E as vezes, aquela idéia besta que o cara falou, pode ser uma nova idéia ou a solução para um problema corrente.

Minha crítica é…. Tá bom, talvez você não ache tão fácil administrar uma empresa! Então pega ao menos um livro bom de administração e estuda. Não precisa decorar quem inventou essa idéia tão óbvia de planejar, organizar, executar, liderar e controlar ( foi Fayol, viu galera?). Você só precisa aprender o básico. E quando surgir um problema, ou vários problemas, conversa com todos que fazem parte da organização, colha as idéias, as sugestões, as reclamações. Use o bom senso e então realize um planejamento estratégico para mudar a situação. Tenha uma atitude proativa! Creio que se for feito tudo, mas se não houver a atitude, ou se ela for reativa, a tendência será permanecer na mesmice no mínimo.

Desculpe se ofendi algum administrador! Não quero ofender ninguém, muito pelo contrário, vocês são importantes, pois vocês tem a teoria e a experiência que pode mudar a realidade de muitas organizações!

esqueleto-panfleto-2_final

Para aqueles que sempre dão umas olhadas  no meu blog: galera, estou sem postar nada, pois estou a estudar para a certificação.

Mas depois que eu fizer a prova terei muitas novidades!!!

Aguardem.

Tive uma aula de programação OO essa quarta-feira. Meu professor foi falar sobre encapsulamento e meia volta, ele tinha que falar sobre os modificadores de acesso. Ele falou dos modificadores private e public corretamente, mas ao falar do protected e default ele explicou de uma forma diferente do que eu aprendi com os livros.
Então baseado nisso, resolvi postar algo para aqueles que tem dúvida quanto aos modificadores de acesso em Java.
Existem 3 modificadores de acesso, mas existem 4 níveis de acesso.
Os 3 modificadores são: private, public e protected.
Os 4 níveis de acesso são: private, public, protected e default.
Vamos começar pelo nível private. Quando vc define algum membro da classe com o modificador private vc quer dizer que aquele membro só poderá ser acessado pela classe que o contém.
Agora o public é o contrário do private. Ao marcar um membro com o modificador public, você quer dizer que ele pode ser acessado por qualquer classe. (Acesso este tanto por meio de uma instancia de uma classe, quanto por herança.)
Agora o mais complicado é entender o protected e default!
Primeiro: quando voce quiser marcar algum membro com o nível default, você não usa nenhum marcador para isso.
Segundo: protected e default tem o mesmo nivel de acesso, ou seja, a nível de pacote, com uma única diferença: posso acessar membros protegidos de uma classe em outro pacote somente por herança.
Vou dar um exemplo:
Tenho uma classe TestePai dentro de um pacote A. Tenho uma classe TesteFilho dentro do pacote B. Tenho uma classe TesteSolto dentro do pacote A.
A classe TestePai possui um membro protegido chamado nome do tipo String.
A classe TesteFilho herda a classe TestePai. A classe TesteFilho por herança acabará possuindo esse atributo nome. Se a classe TesteFilho possuir outras classes filhas, essas classes filhas herdarão esse atributo nome.
A classe TesteSolto está no mesmo pacote da classe TestePai.
Se você instanciar um objeto da classe TestePai, você poderá acessar ao atributo nome, pois eles sao do mesmo pacote.
Entendeu?
Então, resumindo: protected e padrão tem o mesmo nível de acesso, que é a nível de pacote. A diferença entre um e outro é que classes de outros pacotes só poderão acessar aquele membro protegido por meio de herança.

Fiz um código ilustrando isso:

Assim como qualquer outra metodologia é baseada em papéis e responsabilidades, porém, os papéis do SCRUM são bem abrangentes e direcionados para um propósito comum: O SUCESSO DO PROJETO.

Os papéis são:

  • Product Owner: Pode ser o financiador ou um importante interessado no projeto. Suas principais responsabilidades são: define as funcionalidades do produto; concentra as informações vindas de usuários, stakeholders ou do mercado de maneira que se obtenha uma visão única dos requisitos do sistema; sua maior responsabilidade é ROI do projeto; prioriza o Product Backlog; pode alterar as prioridades fora do Sprint; aceita ou rejeita os resultados dos trabalhos.
  • O Time (Team): O Time é mais bem definido como um grupo de pessoas do que um papel. É o grupo de pessoas diretamente ligadas ao trabalho a ser feito que garantirá que o projeto seja entregue com todas as funcionalidades necessárias. Suas características são: multi-funcional; formado por 7 pessoas; define o objetivo do Sprint e especifica os resultados dos trabalhos; faz aquilo que é necessário dentro das diretrizes do projeto para alcançar o objetivo do Sprint; auto-organizável; demonstram o resultado do Sprint para o Product Owner e outros Stakeholders. O time deve ter a capacidade e o conhecimento técnico sobre todo o processo de desenvolvimento do produto. No desenvolvimento de software, o time deve ter pessoas capazes de analisar a solução, codifica-la e testa-la sem necessitar de outros times ou outras pessoas.
  • SCRUM Master: Desempenha um papel de liderança, gerenciando os interesses do Product Owner mediante o Time. Numa abordagem tradicional de gerenciamento de projetos, o SCRUM Master seria um Gerente de Projetos, porém, essa nomenclatura foi substituída para diferenciar o foco de liderança necessário par que um processo empírico funcione. Um SCRUM Master eficiente deve: melhorar a vida e a produtividade do time de desenvolvimento promovendo a criatividade e o conhecimento; estimular uma comunicação e cooperação muito próxima entre todas as pessoas do time; proteger o time de interferências externas; remover Impedimentos (Impediments); garantir que o processo seja respeitado; convidar pessoas apropriadas para as reuniões de acompanhamento (Daily SCRUM, Sprint Rewiew e Sprint Retrospective); remover barreiras entre o desenvolvimento e o cliente par agarantir que realmente é o cliente que está direcionando as funcionalidades desenvolvidas; auxilia o Product Owner a maximizar o ROI atingindo os seus objetivos com o SCRUM; promover práticas de engenharia para que cada pedaço de funcionalidade seja potencialmente implantável.

Além desses três personagens, há também a figura dos pigs e chicken.

Há um site (clique aqui) que explica sobre essa nomenclatura. Em linhas gerais: os pigs são os que estão totalmente comprometidos com o desenvolvimento do produto (no nosso caso software) enquanto que os chickens só estão envolvidos. Se você olhar o site poderá entender melhor. :D

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